7 de setembro de 2018

Práticas integrativas são ofertadas a pacientes do SUS em 73 municípios alagoanos

Práticas utilizam recursos terapêuticos, baseados em conhecimentos tradicionais e holísticos

Em Alagoas, 73 municípios utilizam práticas integrativas no tratamento de pacientes do SUS. Medicina tradicional chinesa, terapia comunitária, dança circular/biodança, yoga, massagem, auriculoterapia e acupuntura são as práticas oferecidas na Atenção Básica para o tratamento de usuários do SUS. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2017 foram registrados mais de 2,5 mil atendimentos individuais no estado.

Mas o número de práticas ofertadas ainda é pequeno em relação à lista de 29 práticas integrativas e complementares oferecidas no Sistema Único de Saúde que inclui: ayurveda, homeopatia, medicina tradicional chinesa, medicina antroposófica, plantas medicinais/fitoterapia, arteterapia, biodança, dança circular, meditação, musicoterapia, naturopatia, osteopatia, quiropraxia, reflexoterapia, reiki, shantala, terapia comunitária integrativa, termalismo social/crenoterapia, yoga, apiterapia, aromoterapia, bioenergética, cromoterapia, constelação familiar, geoterapia, hipnoterapia, imposição de mãos, ozoniterapia e terapia de florais.

Os benefícios da união das práticas integrativas aos cuidados da medicina tradicional já são comprovados cientificamente. A atenção integral às várias dimensões da saúde – corpo, mente e espírito – ganha espaço diante de uma sociedade adoecida, com sintomas para os quais a medicina tradicional, isoladamente, não encontra solução definitiva. Por outro lado é crescente o número de profissionais que se especializam nas técnicas integrativas, possibilitando o cuidado integral do ser e não apenas do sintoma aparente ou físico.

A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), publicada em 2006, instituiu no Sistema Único de Saúde (SUS) abordagens de cuidado integral à população por meio de sistemas complexos e outras práticas que envolvem recursos terapêuticos diversos. Desde a sua implantação, o acesso dos usuários do SUS a essas práticas integrativas tem crescido exponencialmente.

Com informações do portalms.saude.gov.br

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